quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Línks #4 – Estimando a vida de prateleira

Fonte: Marcativa


Uma explanação geral de como estimar a vida de prateleira de alguns tipos de alimentos. Matéria escrita pelo Eng. de Alimentos Humberto Soares no blog Food Safety Brasil. Segue o link:


terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Línks #3 – Pão do mar

Fonte: Hiper Super


Um produto inovador: Pão feito com farinha de mariscos, desenvolvido por pesquisadores do Instituto Politécnico de Leiria – Portugal. Matéria completa no blog eat innovation:


domingo, 15 de janeiro de 2017

Línks #2 – Alimentos Processados

Fonte: Fórum Campinas


O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) em parceria com Secretaria de Agricultura de Abastecimento do Estado de São Paulo criaram uma plataforma de inovação tecnológica com informações e conteúdos sobre ciência e tecnologia de alimentos, destinada à toda sociedade brasileira. Segue abaixo o link da matéria: 


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Lei que obriga informação sobre a presença de lactose nos rótulos de produtos alimentícios

Fonte: Guia de nutrição

A lei 13.305/2016, sancionada pelo Presidente da República no dia 05/07/2016, determina que todos os alimentos que contenham lactose devem informar no rótulo. Esse Projeto de Lei teve como autor o senador Paulo Bauer (PSDB-SC), que justificou a iniciativa citando diversos estudos que afirmar a elevada ocorrência de intolerância à lactose no Brasil.
            Segundo o texto, as indústrias tem o prazo de 180 dias, a partir da aprovação da lei (05/07/2016), para adotar a medida. O texto ainda previa a indicação da caseína, a proteína do leite, e a proibição do uso da gordura vegetal hidrogenada na composição de alimentos, no entanto essas duas últimas alterações foram rejeitadas pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.


Entrevista com o senador Paulo Bauer: Paulo Bauer comemora sanção da Lei

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Ar comprimido utilizado na indústria de alimentos. 

Faremos aqui uma breve esplanada sobre o tema, tendo como base o material disponível no site: http://meloautomacao.com.br/2014/a-qualidade-do-ar-comprimido-na-industria-de-alimentos/

A qualidade do ar comprimido na indústria de alimentos


Como é utilizado e porque é necessário cuidado com a qualidade do ar comprimido usado na indústria de alimentos? Pode ser uma das perguntas frequentes aqueles que estão ingressando na área ou ainda não estão familiarizados com o uso. Porém numa indústria de alimentos, a qualidade do ar comprimido pode ser um fator crítico para garantir a segurança do alimento. Muitas vezes, ele é a última utilidade a ter contato direto com o produto ou com a embalagem primária.
A princípio a definição de ar comprimido já estrutura bem a importância  do seu uso na indústria,  O ar comprimido é o ar atmosférico sob pressão, ou seja, é o ar atmosférico submetido à ação de um compressor. 

Fonte_Google imagens

Em áreas industriais ou urbanas, o ar atmosférico possui em torno de 120 milhões de partículas em suspensão. Este ar pode estar contaminado com microrganismos, poluentes e umidade. Além dos contaminantes que pode carregar da atmosfera externa, o ar comprimido também pode arrastar partículas carbonizadas do óleo lubrificante dos compressores e material oxidado das superfícies internas das linhas de distribuição.

Para evitar ou diminuir a concentração de contaminantes devemos verificar que quando o sistema já está em operação, é essencial considerar a aplicação do ar comprimido, pois se é para processo, para instrumentação ou ar sanitário. Em seguida, identificam-se os contaminantes visíveis (água, óleo e partículas), os contaminantes microbiológicos (qual o critério de aceitação?) e se faz uma análise da central de compressores e do sistema de geração, considerando tratamento, distribuição e utilização do ar comprimido. Para os sistemas em operação, algumas ações em curto prazo (6 meses) que permitem melhorar a qualidade do ar comprimido são:
– Limpeza da rede de ar comprimido;
– Instalação de purgadores;
– Instalação de unidades de tratamento, filtros coalescentes, filtros de carvão ativado e, se necessário, filtros absolutos.
Ações em longo prazo (acima de 2 anos) incluem:
– Aquisição ou substituição de compressores e secadores de ar comprimido;
– Substituição da rede;
– Redimensionamento da Central de Compressores.
Qualificação e Validação do sistema de Ar comprimido:
A Norma ABNT ISO 8573-1, revista em 26/03/2013, define várias classes de pureza para o ar comprimido.
A Norma ABNT ISO 22.002-1, de 17 de julho de 2013, determina que a organização deve estabelecer requisitos para filtração, umidade (UR%) e microbiologia do ar usado como ingrediente ou para contrato direto com o produto.