terça-feira, 24 de abril de 2018

Novas ferramentas e tendências na gestão da qualidade e da produção na Indústria de alimentos. (Parte II)

          Olá pessoal, aqui vamos dar continuidade a matéria sobre as inovações e o que vem sendo feito para a gestão de qualidade e produção. Anteriormente abordamos sobre: O programa 5s, SMED, Kanban, VSM e Heijunka. De forma resumida e objetiva demos alguns conceitos e aplicações. Neste artigo de hoje vamos trazer outras ferramentas e pretendemos trazer aplicações destas. 

          Então, vamos iniciar...

         6. Gestão Visual

        A gestão visual é uma ferramenta que auxilia todos os membros da empresa a enxergar o fluxo produtivo, os resultados alcançados e as metas propostas, por meio de painéis informativos no qual evidência todos estes dados. Esta ferramenta é ótima para se entender o funcionamento da empresa seja ela de qual ramo for qualquer colaborador mesmo de áreas diferentes poderão entender o processo no qual esta inserido. Cabe ressaltar que deve-se ter muito cuidado para a implementação desta ferramenta, pois a falta de objetividade poderá levar a uma poluição visual ou entendimento errôneo do processo.
                                     
Fonte: Google Imagens


            7. TPM (Total Productive Maintenance)

            Durante muito tempo as indústrias funcionaram com o sistema de manutenção corretiva, com isso, ocorriam desperdícios, retrabalhos, perda de tempo e de esforços humanos, além de prejuízos financeiros. A partir de uma análise desse problema, passou-se a dar ênfase na manutenção preventiva. Com enfoque nesse tipo de manutenção, foi desenvolvido o conceito de manutenção produtiva total, conhecido pela sigla TPM (Total Productive Maintenance), que inclui programas de manutenção preventiva e preditiva.
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Fonte: Manufacturingnet


              8. Kaizen

              Melhoria contínua de um fluxo completo de valor ou de um processo individual, a fim de se criar mais valor com menos desperdício.Existem dois níveis de kaizen (Rother e Shook, 1999): O Kaizen de sistema ou de fluxo, que considera o fluxo total de valor. Dirigido pelo corpo gerencial. E o Kaizen de processo, que foca processos individuais. Dirigido por equipes de trabalho e líderes de equipe. A filosofia Kaizen busca o aperfeiçoamento por meio de medidas pequenas que não abalem a estrutura de base da empresa. Deve ser adotada em épocas em que a empresa está funcionando bem e já gera lucros suficientes, como uma forma de melhorar algo que já está funcionando bem.

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Fonte: Kaizen Institute

          9. Poka-Yoke
          
         Poka Yoke é um termo de origem japonesa e significa “à prova de erros”. A partir daí, já dá para se ter uma ideia da natureza dessa ferramenta, que foi criada no Japão e implantada no Sistema Toyota de Produção já faz algum tempo. A função do Poka Yoke é muito séria: trata-se de um sistema de inspeção desenvolvido para prevenir riscos de falhas humanas e corrigir eventuais erros em processos industriais, sempre por meio de ações simples.
          
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Fonte: Cadcan

               10. PDCA

              O PDCA é uma ferramenta da Qualidade utilizada no controle de processos, que tem como foco a solução de problemas. Sua aplicação consiste em quatro fases:

P (plan: planejar): seleção de um processo, atividade ou máquina que necessite de melhoria e elaboração de medidas claras e executáveis, sempre voltadas  para obtenção dos resultados esperados;
D (do: fazer): implementação do plano elaborado e acompanhamento de seu progresso;
C (check: verificar): análise dos resultados obtidos com a execução do plano e, se necessário, reavaliação do plano;
A (act: agir): caso tenha obtido sucesso, o novo processo é documentado e se transforma em um novo padrão.
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“Poka Yoke”; ou “pocá-ioquê”, para os íntimos. Esse nome, tão curioso, é de origem japonesa e significa “à prova de erros”. A partir daí, já dá para se ter uma ideia da natureza dessa ferramenta, que foi criada no Japão e implantada no Sistema Toyota de Produção já faz algum tempo. Pois é, o nome até pode ser engraçado, mas a função do Poka Yoke é muito séria: trata-se de um sistema de inspeção desenvolvido para prevenir riscos de falhas humanas e corrigir eventuais erros em processos industriais, sempre por meio de ações simples.Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/poka-yoke/
“Poka Yoke”; ou “pocá-ioquê”, para os íntimos. Esse nome, tão curioso, é de origem japonesa e significa “à prova de erros”. A partir daí, já dá para se ter uma ideia da natureza dessa ferramenta, que foi criada no Japão e implantada no Sistema Toyota de Produção já faz algum tempo. Pois é, o nome até pode ser engraçado, mas a função do Poka Yoke é muito séria: trata-se de um sistema de inspeção desenvolvido para prevenir riscos de falhas humanas e corrigir eventuais erros em processos industriais, sempre por meio de ações simples.Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/poka-yoke/
“Poka Yoke”; ou “pocá-ioquê”, para os íntimos. Esse nome, tão curioso, é de origem japonesa e significa “à prova de erros”. A partir daí, já dá para se ter uma ideia da natureza dessa ferramenta, que foi criada no Japão e implantada no Sistema Toyota de Produção já faz algum tempo. Pois é, o nome até pode ser engraçado, mas a função do Poka Yoke é muito séria: trata-se de um sistema de inspeção desenvolvido para prevenir riscos de falhas humanas e corrigir eventuais erros em processos industriais, sempre por meio de ações simples.Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/poka-yoke/
“Poka Yoke”; ou “pocá-ioquê”, para os íntimos. Esse nome, tão curioso, é de origem japonesa e significa “à prova de erros”. A partir daí, já dá para se ter uma ideia da natureza dessa ferramenta, que foi criada no Japão e implantada no Sistema Toyota de Produção já faz algum tempo. Pois é, o nome até pode ser engraçado, mas a função do Poka Yoke é muito séria: trata-se de um sistema de inspeção desenvolvido para prevenir riscos de falhas humanas e corrigir eventuais erros em processos industriais, sempre por meio de ações simples.Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/poka-yoke/
         

    Aqui lhe apresentamos um resumo das ferramentas da qualidade que estão sendo amplamente utilizadas atualmente e que fornecem as organizações meios para melhorar continuamente seu processo produtivo. Nas próximas publicações iremos trazer formas como implementa-las.

     Obrigado por sua visita esperamos que o texto tenha trazido uma leitura agradável e de fácil absorção do conteúdo. E para quaisquer dúvidas estarei disponível.

AUTOR:
JOÃO PEDRO FERREIRA
Mestrando em Engenharia de Alimentos - UFSC
Engenheiro de Alimentos - UFRPE-UAG 
Técnico em Agroindústria - IFPE

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Novas ferramentas e tendências na gestão da qualidade e da produção na Indústria de alimentos.

     Ao analisar de maneira geral, nas indústrias dos diversos ramos as ferramentas da qualidade já são amplamente conhecidas, desde a sua implementação até os resultados positivos que estas trazem. Aquelas que  servem como base para qualquer gestão da qualidade variam da fácil implementação até uma adaptação mais robusta dos funcionários, seja por parte do fornecimento de instrumentos, treinamentos e cumprimento. Das ferramentas básicas temos o Histograma, Gráfico de Pareto, Folhas de Verificação, Diagrama de causa ou efeito, Fluxograma, 5W2H entre outros, que têm sua aplicação e resultados inquestionáveis, pois já são praticamente dogmas para a gestão de uma empresa que quer conseguir um dia a certificação internacional ou manter a excelência de seus produtos ou serviços.
        Essa semana vamos apresentar cinco novas ferramentas e tendências na área da gestão da qualidade e de produção. E na próxima semana iremos trazer outras cinco para complementar este novo caminho para as indústrias que pretentem seguir o caminho do sucesso.
Fonte: Voitto

  1.  Programa 5S 
          5S é um programa de gestão de qualidade desenvolvido no Japão que visa aperfeiçoar aspectos como organização, limpeza e padronização. Os princípios utilizados pelo programa 5S para alcançar a  melhoria contínua e a qualidade total não são diferentes ds alguns princípios fundamentais para o crescimento humano e profissional. 
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Fonte: Google imagens
        
      O programa 5s pode ser implementado em qualquer tipo de empresa, órgãos públicos, escolas, associações e até na vida pessoal de cada um. Sua implementação leva a um aumento na produtividade, eficiência, segurança e motivação, além de ser aliado dos requisitos para uma certificação ISO.

          2.  SMED 
     
       SMED é uma sigla para a palavra inglesa Single Minute Exchange of Die, que pode ser traduzida como “troca rápida de ferramenta”. Na prática, é um conjunto de técnicas pertencentes ao Lean que visam reduzir o tempo de setup de uma máquina. Ele permite que as máquinas demorem menos tempo quando são ligadas, dando mais flexibilidade à linha.

        3. Kanban

     A filosofia do Kanban é fabricar com a completa eliminação das funções desnecessárias à produção, na quantidade certa e no tempo necessário, eliminando estoques, reduzindo custos e aumentando a produtividade. Kanban significa cartão, que são utilizados para puxar a produção, ou seja, somente serão requisitados os recursos para a produção no momento em que for dada a ordem para produção, evitando desta forma o desperdício.

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Fonte: Egestor
        4.VSM

        O Mapeamento do Fluxo de Valor (VSM), proporciona a construção de um relatório dinâmico, um diagrama que representa o fluxo de materiais e informações de um determinado processo, desde a recepção da matéria-prima até o produto final. De forma simples, pode-se dizer que o VSM é uma ferramenta utilizada para realizar diagnósticos, com o objetivo de identificar desperdícios Lean e estruturar ações de melhoria.

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Fonte: ResearchGate
       5. Heijunka

         Heijunka é o ato de nivelar a variedade ou o volume de itens produzidos em um processo ao longo de um período de tempo. Está relacionado à programação da produção e é a principal ferramenta aplicada para gerar estabilidade na produção. Ele é utilizado para prevenir o excesso de lotes, tipos de produtos e flutuações no volume dos produtos.
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Fonte:Quality way
         Por hoje é isso aí amigos, estou disponível para quaisquer dúvidas ou parcerias. Espero que esta pequena introdução sirva como base para que vocês conheçam as novas tendências para se manter em um mercado tão competitivo. Em específico para indústrias de alimentos me forneço a prestar qualquer ajuda neste sentido. 

AUTOR:
JOÃO PEDRO FERREIRA
Mestrando em Engenharia de Alimentos - UFSC
Engenheiro de Alimentos - UFRPE-UAG 
Técnico em Agroindústria - IFPE