terça-feira, 22 de setembro de 2015

Veja essa matéria e muito mais na área de engenharia, ciência e tecnologia de alimentos:

Cinco substâncias tóxicas encontradas naturalmente em frutas e verduras.

Não há dúvidas de que frutas e verduras são parte fundamental de uma dieta saudável e balanceada.
Mas entre as frutas e verduras também se encontram, naturalmente, algumas substâncias potencialmente ruins.
Um exemplo é a banana: elas têm potássio, um elemento crucial para o bom funcionamento do organismo. Mas, o consumo demasiado de potássio pode ter efeitos como palpitação irregular do coração, dor de estômago, náusea e diarreia.
Outras frutas e verduras têm toxinas que, em quantidades substanciais, podem causar efeitos adversos.
"As razões de (essas frutas e verduras) terem toxinas nem sempre são conhecidas. Às vezes é (culpa de) um pesticida natural para evitar o ataque de insetos. Ou uma forma de a planta se proteger de danos causados pelo clima, a luz do sul ou micróbios", explicou o setor de recomendações ao consumidor do governo da Nova Zelândia.
Sem preocupações
Os especialistas afirmam que, apesar destes fatos, não há motivos para preocupações.
"É a dose que faz o veneno", disse o cientista Ed Blonz, em um artigo publicado no site da organização American Cancer Society.
Na maioria dos casos, só haveria danos no caso do consumo de uma enorme quantidade de frutas ou verduras.
Mesmo assim, as autoridades de saúde em vários países recomendam precaução com os alimentos que têm as seguintes substâncias tóxicas:
1. Glicosídeos cianogênicos
Thinkstock© Thinkstock Thinkstock
Muitas pessoas que gostam de suculentas ameixas confessam chupar e morder a semente da fruta até que ela se quebre, revelando uma polpa amarga, com sabor amendoado.
Esse é o sabor dos glicosídeos cianogênicos, precursores do cianeto de hidrogênio que é potencialmente letal quando é processado pelo corpo humano.
Podem ser encontrado nas sementes de maçãs e no interior carnoso das sementes de ameixas, pêssegos, cerejas, entre outros.
Os sintomas de uma intoxicação por esta substância incluem confusão, vertigem, dor de cabeça e vômito.
Em casos extremos, pode haver dificuldades respiratórias, falência renal e, em caso de não haver tratamento, até a morte.
Mas, para correr este risco, a pessoa teria que mascar e comer todas as sementes de entre 19 e 24 maçãs de uma só vez.
A organização oficial canadense Canadian Food Inspection Agency recomenda que as pessoas que "usam sementes amargas de pêssego para temperar não comam mais de três por dia, moídas e misturadas com outras frutas".
2. Glicoalcaloides (solanina)
Getty© Getty Getty
A batata assada, frita ou em forma de purê é um grande acompanhamento para qualquer prato.
É um dos alimentos mais populares do mundo e fundamental na dieta de muitas famílias de países ocidentais.
Mas a batata tem glicoalcaloides - especificamente, a solanina. É uma toxina natural que atua como pesticida ou fungicida; uma defesa contra animais, insetos e fungos que possam atacá-las.
Os glicoalcaloides também estão presentes em berinjelas e tomates, apesar de em menor concentração.
A solanina é muito venenosa em grandes doses. Pode causar desde sintomas gastrointestinais até alucinações, paralisia e até a morte.
Mas as quantidades em porções consumidas com os alimentos são inofensivas. Uma pessoa teria que consumir quase 70 tubérculos grandes de uma só vez para ficar envenenada.
No entanto, é preciso tomar mais cuidado quando são notados certos sinais.
"As batatas que tenham adquirido uma cor esverdeada, que estejam brotando, que tenham sido danificadas fisicamente ou que estejam apodrecendo podem conter algos níveis de glicoalcaloides e a maioria das toxinas estão presentes na zona verde, na casca ou logo abaixo da casca", afirmou o Centro para Segurança Alimentar de Hong Kong.
"Para evitar a solanina, as batatas devem ser mantidas em um lugar fresco e escuro", recomenda Blonz.
Os especialistas advertem que a substância não desaparece com o cozimento do alimento.
3. Lectinas
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Para as pessoas que não consomem proteína animal, feijões e outras leguminosas são uma grande alternativa para complementar uma dieta saudável.
Os feijões, lentilhas, grãos-de-bico, ervilhas, amendoins, soja e seus derivados proporcionam uma boa quantidade de proteína, são ricos em fibra e produzem uma sensação de satisfação.
Além disso são fonte constante de glicose, que dá energia, têm alto conteúdo de ferro, ácido fólico e quantidades apreciáveis de magnésio, manganês e antioxidantes.
Porém, elas também têm lectinas, que não são processadas pelo sistema digestivo humano.
Como não podemos digeri-las, frequentemente produzimos anticorpos contra elas, com respostas variadas.
Algumas pessoas desenvolvem intolerância a estas leguminosas e têm uma sensação de inchaço e dor no estômago quando as consomem.
As lectinas estão envolvidas na síndrome do intestino irritável, que se manifesta com obstipação, vômito, diarreia e inchaço.
Também podem causar artrite, esclerose múltipla, úlceras pépticas, alergias e diabetes tipo 2.
Entretanto, para muitos dos afetados o problema não vai muito além de uma indigestão.
Para os que gostam de um bom prato de feijão, "(a lectina) pode ser destruída ao deixar-se o feijão de molho e cozinhar em altas temperaturas", informou o Centro para Segurança Alimentar de Hong Kong.
4. Nitratos
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Sempre se recomenda comer verduras e hortaliças frescas, pois são ricas em nutrientes que podem ajudar a prevenir o câncer e as doenças cardiovasculares.
Essas verduras também têm nitratos, que vêm da água utilizada na irrigação e dos fertilizantes usados no cultivo.
Entre as que têm alto nível de nitrato estão a alface, beterraba, cenoura, espinafre, salsa, repolho, rabanetes, aipo e couve.
Segundo estudos recentes, esses nitratos beneficiam a saúde: atuam controlando a produção de glóbulos vermelhos o que, com o tempo, evita a formação de coágulos que podem gerar riscos graves, como o de derrame cerebral.
Mas altos níveis de nitratos podem ser tóxicos e são particularmente perigosos durante a infância.
5. Cumarina
Thinkstock© Thinkstock Thinkstock
É uma sensação fantástica entrar logo de manhã no café ou padaria preferidos do bairro e sentir o cheiro de bolos saindo do forno, em especial os polvilhados com canela.
A canela é uma das especiarias mais importantes do mundo para condimentar alimentos e bebidas, mas tem variedades distintas: a canela do Ceilão, cultivada no Sri Lanka, Madagascar e nas ilhas Seicheles, é conhecida como "canela verdadeira" e é muito cara.
Por isso, na maioria das comidas e bebidas com canela vendidas na Europa Ocidental e Estados Unidos é usada a variedade mais barata, produzida na China e Indonésia.
Ambas têm a cumarina, um agente que está vinculado a danos ao fígado em um número limitado de pessoas.
O problema é que a canela do Ceilão tem pouca cumarina, em comparação com a canela mais barata.
Um estudo feito na Alemanha em 2010 descobriu que o pó da canela da China tinha até 63 vezes mais cumarina do que o pó de canela do Ceilão.
Segundo especialistas em saúde, os consumidores não conseguem diferenciar entre o pó das duas canelas.
Mas, em lascas, a diferença é visível. As lascas da canela mais barata consistem de uma capa grossa enrolada. As lascas da canela do Ceilão são capas finas.
Por isso, vale a pena prestar atenção nesses detalhes da próxima vez que for até a parte de especiarias do supermercado.
Essa matéria encontra-se no link: http://www.msn.com/pt-br/saude/nutricao/cinco-subst%C3%A2ncias-t%C3%B3xicas-encontradas-naturalmente-em-frutas-e-verduras/ar-AAezh0l?li=AAaB4xI&ocid=mailsignoutmd

sábado, 16 de agosto de 2014

Matéria muito boa enviada por :

Phillipe Tenorio

Estudante de Engenharia de Alimentos da UFRPE-UAG.

Estudante cria etiqueta que avisa quando o alimento estraga

A inovação utiliza gelatina para acompanhar o processo de decomposição dos alimentos.

A etiqueta copia o processo pelo qual o alimento está passando, sendo muito mais precisa que a data de validade
Foto: Divulgação






A estudante Solveiga Pakstaite criou uma etiqueta para embalagens de alimentos que avisa 
quando o produto está estragado.A inovação utiliza gelatina para acompanhar o processo de
decomposição dos alimentos.Para saber se a comida está estragada, basta 
passar o dedo sobre o rótulo.
“Eu queria criar uma solução para permitir aos consumidores com deficiência 
visual obter informações de validade sobre a comida - 
atualmente, a única indicação é a data impressa. 
Desde o início, eu sabia que a solução deveria apelar para as pessoas que enxergam também”, 
afirma a britânica no site do produto.
Para saber se a comida está estragada, basta passar o dedo sobre o rótulo
Foto: Divulgação













De acordo com ela, o rótulo copia o processo pelo qual o alimento está passando, sendo muito mais preciso
 que a data de validade. As etiquetas, denominadas “Bump Marks” se degradam na mesma
 velocidade que os alimentos, de acordo com a criadora.Segundo Solveiga, a etiqueta criada por ela contém 
informações táteis. Quando ela estiver lisa o alimento está bom para o consumo. 
Contudo, caso o consumidor passe o dedo e sinta solavancos é hora do alimento ir para o lixo.
Apesar de ser importante para os consumidores, a invenção da britânica ainda não está 
sendo utilizada nos produtos. “Atualmente, estou vendo para comercializar este produto. 
As conversas com os varejistas e empresas de tecnologia já se iniciaram”, diz ela.

Conteúdo extraído  do seguinte site: 
http://economia.terra.com.br/estudante-cria-etiqueta-que-avisa-quando-o-alimento-estraga,c44770ed2f4d7410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html 

domingo, 3 de agosto de 2014

As vezes surgem algumas dúvidas de estudantes que pretendem ou já estão cursando Engenharia de Alimentos, conheça as respostas!

Qual a diferença entre Engenharia de Alimentos e Nutrição?

Se eu fizer Engenharia de Alimentos poderei trabalhar como nutricionista? Quais são as diferenças entre essas duas profissões?

enviado por Ana Paula
via: http://guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-vocacional/consulte-orientador/qual-diferenca-engenharia-alimentos-nutricao-771714.shtml
Não é possível o exercício das atividades específicas do nutricionista pelo engenheiro de alimentos. A formação em engenharia de alimentos é muito diversa da do nutricionista, o que impede que eles atuem nas mesmas atividades.



O engenheiro estuda as características químicas e físicas dos alimentos e dos processos de produção, estocagem, manipulação, acondicionamento, conservação e garantia da qualidade dos alimentos. Pode também trabalhar com a administração geral dos processos tecnológicos e no desenvolvimento de procedimentos e máquinas ligadas à produção de alimentos.


Em síntese, este profissional dirige-se ao aperfeiçoamento de procedimentos técnicos envolvidos na produção de gêneros alimentícios. Sua função é garantir a manutenção das propriedades químicas e físicas dos alimentos. A principal forma de vínculo de trabalho é como empregado de indústrias alimentícias ou órgãos de controle de qualidade de alimentos.

Já o nutricionista se ocupa da assistência alimentar em geral, considerando as propriedades alimentares no consumo cotidiano ou em situações especiais, para pessoas com carências nutricionais ou que necessitam dieta específica. Este é um profissional da área da saúde; cuidado e assistência às pessoas.

O nutricionista coordena a alimentação em instituições diversas como escolas, empresas, hospitais, spas, etc., visando uma alimentação saudável e de acordo com as necessidades das pessoas, inclusive aquelas que passam por dietas específicas em função de atividades esportivas de alto rendimento, em função da idade (crianças ou idosos), distúrbios hormonais, doenças dos rins, do fígado, do estômago, diabetes, hipertensão, etc. Também supervisiona a qualidade e a preparação direta (cozimento, corte, higienização) dos alimentos.

O nutricionista também pode trabalhar como autônomo, consultando pessoas em consultório particular ou em clínicas multiprofissionais (junto a médicos, psicólogos, fisioterapeutas).


Qual é a diferença entre ciência e tecnologia de alimentos e engenharia de alimentos?
Retirado do http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/meio-ambiente-ciencias-agrarias/ciencia-tecnologia-alimentos-alimentos-684510.shtml
A função do engenheiro de alimentos é desenvolver fórmulas e criar novos métodos que garantam a utilização saudável das matérias do princípio até o fim da cadeia de produção. O profissional de Ciência e Tecnologia de Alimentos tem como tarefa acompanhar a execução dessas técnicas, averiguando todo o processo de transformação dos produtos.
CURIOSIDADES:

Processo de extrusão de alimentos

Os alimentos extrusados são bem conhecidos do público, podendo ser aplicado para consumo animal ou para o humano em diversas áreas:

1 - Panificação
2 - Cereais Matinais
3 - Snacks
4 - Produtos Texturizados
5 - Produção de Alimentos Instantâneos
6 - Processamento de proteínas oleaginosas
7 - Produção de alimentos pré-cozidos

O processo de extrusão trata-se de um processo termomecânico contínuo, e consiste nas seguintes operações unitárias:

Mistura, amassamento, modelagem, cocção (ou não), tendo como princípio básico a conversão de um material sólido ao estado de massa fluída (combinação de umidade, calor, compressão e tensão de cisalhamento – obtenção da gelatinização do amido e/ou desnaturação da proteína presente no alimento).

O extrusor é composto por um cilindro encamisado (onde circula-se o vapor ou água de resfriamento), e por um parafuso (ou rosca), que pode ser simples ou duplo.
 






CONTEÚDO Postado por 

sábado, 2 de agosto de 2014

Aqui lhe apresento alguns links de matérias sobre Engenharia de alimentos, abordando tópicos como:


  • Área de atuação;
  •  Mercado de trabalho;
  • Expectativas;
  • Universidades que possuem o curso;
  • Atribuições do profissional;
 Uma pequena síntese do que você irá encontrar:
Do curso: Os dois primeiros anos são de formação básica, com aulas de matemática, química, bioquímica, físico-química e termodinâmica. Depois, o currículo enfatiza as disciplinas mais técnicas, ligadas à produção e à conservação dos vários tipos de alimento. Os conteúdos das áreas de economia e administração dão fundamento ao futuro profissional para que possa atuar em gerenciamento industrial. A realização de estágio e a apresentação de trabalho de conclusão de curso são obrigatórias. 
Mercado de trabalho: O profissional é contratado pelas indústrias agrícola, alimentícia e de bebidas para atuar diretamente na linha de produção, gerindo pessoas e processos, no controle de qualidade, nas vendas e no desenvolvimento de novos produtos. Grandes empresas dominam o mercado, mas as pequenas e médias também respondem por muitos empregos. As indústrias do setor estão espalhadas por todo o país.

O que este profissional faz ?:

  • Armazenamento e transporte

Estabelecer parâmetros de armazenamento e transporte, visando à garantia de qualidade do produto acabado.

  • Automação de processos

Planejar e implantar linhas automatizadas de produção.

  • Consultoria

Prestar assessoria a empresas da área alimentícia no desenvolvimento de produtos, layout de equipamentos e de plantas de produção e implementar sistemas de controle da qualidade.

  • Controle de qualidade

Organizar métodos e sistemas de controle e garantia de qualidade das matérias-primas e dos produtos processados nas indústrias alimentícias, coordenar análises laboratoriais.

  • Pesquisa e desenvolvimento

Criar e aperfeiçoar produtos, de acordo com as necessidades do mercado. Pesquisar matérias-primas, embalagens e tecnologias de produção. Planejamento e projetos agroindustriais planejar e implantar instalações industriais alimentícias e dimensionamento de equipamentos. Avaliar a viabilidade econômica de novas indústrias, estudando as oportunidades de mercado.

  • Planejamento e projetos

Agroindustriais planejar e implantar instalações industriais alimentícias e dimensionamento de equipamentos. Avaliar a viabilidade econômica de novas indústrias, estudando as oportunidades de mercado.

  • Produção

Desenvolver e aprimorar processos de produção, fazer a seleção de máquinas e equipamentos fabris. Planejar e supervisionar operações industriais, administrando as equipes e as diversas etapas de produção. Estudar e implantar métodos para aumentar a produtividade, reduzir custos e garantir a segurança no trabalho.

  • Tratamento de resíduos

Definir métodos de descarte, reciclagem e possível reaproveitamento de resíduos da indústria alimentícia, protegendo o meio ambiente e visando à sustentabilidade.

  • Vendas técnicas e marketing

Desenvolver aplicações visando à comercialização de matérias-primas, ingredientes, insumos e equipamentos para a indústria alimentícia.

http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/engenharia-producao/engenharia-alimentos-685533.shtml

http://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2012/06/guia-de-carreiras-engenharia-de-alimentos.html
http://www.ufrgs.br/icta/engenharia-de-alimentos
http://www.ufrpe.br/uag/index.php?option=com_content&view=article&id=59&Itemid=66
Blog criado por: João Pedro Ferreira, Estudante do curso de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal Rural de Pernambuco-Unidade Acadêmica de Garanhuns (UFRPE-UAG). 
O objetivo de criação desse blog consiste em apresentar a engenharia de alimentos e todas as suas diretrizes, inovações, tecnologias e a sua contribuição para a sociedade.